Alexandra Borges – Portugal

1968.

Alexandra percebeu que ia ser jornalista quando foi expulsa da catequese por fazer muitas perguntas.
Licenciou-se em Comunicação social pela Universidade Nova de Lisboa e fez várias pós-graduações em jornalismo forense.
Trabalhou na televisão espanhola TVE, passou pela CNN,pelo principal serviço noticioso da RTP e,actualmente, dedica-se ao jornalismo de investigação na TVI.
Alexandra Borges é uma reconhecida jornalista que já ganhou os mais prestigiados prémios de jornalismo em Portugal e no estrangeiro.
Enquanto repórter de guerra, fez a cobertura dos mais importantes conflitos mundiais -Bósnia, Angola, Timor,Afeganistão,Belgrado,11 de Setembro,etc.
No Gana, onde fez uma reportagem sobre escravatura infantil, iniciou um projecto de um centro de acolhimento para crianças que resgata à escravatura e a quem paga a educação que acredita ser a verdadeira porta para a liberdade.
Mãe de dois rapazes gémeos, adora passar o tempo livre com o seu maior amigo que é um cão Labrador que a acompanha para todo o lado.
Acredita que o jornalismo é uma poderosa arma contra a indiferença e luta,contra tudo e contra todos, por a justiça e a verdade.

Se você quer entender a força que move essa repórter, lembre-se deste pensamento de George Orewell: “Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade”.

Judite França – Portugal

Jornalista de economia da TVI e TVI24.pt. É comentadora da TVI24 para assuntos económicos, tem uma pós-graduação no ISEG e licenciou-se em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa. 

Foi editora da Agência Financeira e PortugalDiário, colaborou com o Rádio Clube, «O Independente» e aprendeu muito n’«O Primeiro de Janeiro». Participou nos livros «O Erro da Ota» e «30 Mulheres».

 Fábio Pannunzio – Brasil

É um dos mais premiados jornalistas brasileiros. Âncora de televisão e editor do Blog do Pannunzio, sua página incidental, veio parar aqui porque, ao compartilhar os vídeos da Série O Segredos Deuses em seu perfil no Facebook, foi notificado pela IURD de que seria processado. Resolveu, então, fazer sua própria apuração.

Fábio tem dois Prêmios Esso, a mais importante distinção concedida a jornalistas brasileiros. E foi aquinhoado com o Prêmio Íris América, oferecido pela Academia de TV da Espanha para profissionais ibero-americanos. Eles são produto de uma carreira de quase 40 anos de jornalismo nos maiores veículos de seu país dedicados à investigação e à cobertura política.

 Bruna Pannunzio – Brasil

Filha de peixe…

É a caçula do time. Recém-formada em jornalismo, esta é sua primeira missão internacional. Sua função é checar minuciosamente cada informação que nos chega. Ela se formou pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Brasil, e sempre se interessou por assuntos políticos e jornalismo investigativo.

 Rita dos Santos – Reino Unido

Rita é brasileira, está radicada em Londres há 14 anos, onde trabalha na área financeira e contábil. Tem 41 anos de idade e uma enorme disposição para elucidar onde está a verdade nos eventos protagonizados pela Igreja Universal do Reino de Deus. Rita é nossa âncora no idioma bretão. É ela quem faz a tradução dos textos para o inglês, e ainda nos auxilia a checar informações sobre a IURD na Europa.

 Rafael Marques de Morais – Angola

Jornalista e defensor dos direitos humanos, tem centrado a sua actividade na investigação e denúncia de actos de corrupção e violações dos direitos humanos, em particular nas zonas diamantíferas.

Pelo seu trabalho, esteve preso em 1999 por ter chamado ditador ao presidente José Eduardo dos Santos num artigo intitulado O Baton da Ditadura. A justiça angolana notificou-o da acusação que pendia contra si apenas no dia da sua libertação. Recorreu, em instância internacional, da sentença do Tribunal Supremo, que confirmou a sua condenação a seis meses de prisão e ao pagamento de uma indemnização a Dos Santos. Em 2005, o Comité de Direitos Humanos das Nações Unidas concluiu que o Estado angolano havia violado os seus direitos e liberdades fundamentais, e instou-o a pagar uma indemnização. O regime do Presidente Dos Santos recusou-se a acatar o veredicto da justiça internacional.

Em 2000, recebeu o Percy Qoboza Award [Prémio Percy Qoboza para a Coragem Exemplar] da Associação Nacional dos Jornalistas Negros dos Estados Unidos da América. Em 2006 venceu o Civil Courage Prize [Prémio de Coragem Civil] da Train Foundation (E.U.A.) pelas suas actividades em prol dos direitos humanos. A Transparência Internacional outorgou-lhe o Integrity Award [Prémio da Integridade], em 2013, pelo seu trabalho de investigação sobre a corrupção institucional em Angola. Por sua vez, em 2014, a UCLA Anderson School of Management atribuiu-lhe um dos mais prestigiados prémios de jornalismo nos Estados Unidos da América, o Gerald Loeb Award, na categoria de reportagem internacional.

Publicou vários relatórios sobre a violação dos direitos humanos no sector diamantífero em Angola, incluindo Diamantes de Sangue: Corrupção e Tortura em Angola (2011).

Rafael Marques de Morais é Mestre em Estudos Africanos pela Universidade de Oxford e é formado em Antropologia e Jornalismo na Goldsmiths, Universidade de Londres. Foi académico convidado do Departamento de Estudos Africanos da Johns Hopkins University (2012) e pesquisador no National Endowment for Democracy (2011), em Washington, D.C., E.U.A. É actualmente membro do conselho directivo do Goree Institute, Senegal.

Lázaro Mabunda – Moçambique

Lázaro Mabunda é jornalista desde 2001. Em 2002 concluiu o Curso Médio de Jornalismo e em 2014 a licenciatura em Ciência Política. Trabalhou no semanário desportivo “Desafio” (estagiário) no Jornal “Vertical e “O País” (grupo SOICO) de 2005 a 2013.

Foi sub-chefe de Redacção e Editor de fecho do jornal “O País” (2007-2011); editor de Desporto (2011) e de Sociedade (2011-2014). Desde 2014 é pesquisador e jornalista de investigação no Centro de Integridade Pública e coordenador do Pilar de Jornalismo Investigação.

Desde 2013 é correspondente do Jornal Expresso em Maputo. Em 14 anos de jornalismo ganhou 12 prémios, das quais sete nacionais e cinco internacionais.